Eu não fui a aluna mais dedicada da faculdade, mas tenho certeza que, mesmo de um jeito meio torto, fui uma das que melhor aproveitou.
E sei lá, às vezes me pergunto: de que adiantou?
Você sai da faculdade cheia de conhecimento teórico, com um modelo IDEAL na cabeça. Chega no mercado de trabalho e ninguém quer saber do seu conhecimento, muito menos do que é ideal. E eu quase me rendo e acabo jogando no lixo tudo de bom que eu aprendi porque insistem em jogar na minha cara que eu não sei nada do mercado.
Pois olha, eu tô achando que quem não sabe nada de mercado são eles e que tá chegando a hora de virar a mesa.
Se fazendo tudo errado eles ganham dinheiro, imagine se fizessem certo? E não sou eu quem diz o que é certo. São os livros! Mas no Brasil, ninguém bota muita fé nos livros, e se pá, tá aí a razão tanto prá minha atual situação, quanto prá situação do país inteiro.
PS: Apenas lembrando que aqui, eu escrevo como eu falo e não tô nem aí se tá certinho ou não.
Oloco meu, ceis viram que a Maitê Proença apavorou o Faustão no domingo? Hahaha
Quem sabe faz ao vivo, e ela mandou ver. Mas também né, o cara faz um Arquivo Confidencial prá contar os podres da família dela. Sem noção. Virei fã dela, depois dessa.
O Juvenal Antena está passando de todos os limites. O personagem dele está vivendo histórias surreais demais, o telespectador se sente um imbecil! Ele e o UOLF Maia lajkajdakljsj HAHAHAAH
Quem tá mandando mal também é a Aline Morais. Não tá convencendo fia, muda a tática, o texto, as expressões, muda tudo! Quem viu ela cantando na banheira ontem? Engraçado ;/
Ontem a gente viu um documentário sobre o ônibus 174. No dia em que aconteceu, eu acompanhei tudo e tive um inédito ataque de pânico durante a noite, depois de sonhar.
Ontem entendi o porquê. Negócio foi teeeeenso, o cara tava muito louco, a polícia perdida, despreparada, a imprensa super perto, acompanhando tudo (ajudando e atrapalhando) e é claro, um político filho da puta fazendo merda (o governador comandava a operação pelo telefone, de outro lugar).
Muito bom o documentário. Você tem na verdade um filme da vida real, porque como a imprensa acompanhou de perto o dia todo, tem vááárias imagens, mescladas com depoimentos de pessoas ligadas de alguma forma ao caso, cenas da candelária, presídios, etc. Tudo aquilo que faz você perceber que bandido é uma merda, mas realmente, a coisa deve ser muito, mas muito foda prá ele. Tão foda que não somos nem capazes de nos imaginar naquela situação. Como estaríamos hoje se vivessemos as histórias de vida que eles viveram? Um adolescente de classe média alta já é um PORRE, imagine então um adolescente que já cheira cola desde criança, prá matar a fome? Clichê né, e mesmo assim clichê a gente esquece disso o tempo todo e deseja que todos eles morram e nos deixem em paz.
Dá uma sensação de impotência enorme no fim das contas, mas acho que simplesmente despertar essa consciência de que eles são sim, em sua esmagadora maioria, vítimas da sociedade, já vale a pena. E tem gente que quando lê uma coisa dessa tem siricotico, mas eles são sim, vítimas. Vítimas que nos fazem vítimas, mas são sim, vítimas.
Vítimas vítimas vítimas dsjaskahdskjahsh
Blé
....
Understand, everybody has their faults
Please understand not to worry who I'm with or what I do
Cause I understand that I'm in love with you
Do you understand that I'm in love with you?
....
I hope your mind ain't working overtime
I hope your memories are full of good times with me...
Joss Stone tem umas músicas fofinhas.
Tô lendo um livro que disse algo bacana, mais ou menos assim: pare de procurar os culpados ou as razões e AJA!
Eu tomei consciencia disso há algum tempo e foi então que surgiram os meus longos processos. Totalmente meus e divido muito raramente.
Eu achava que tinha ficado impaciente com os problemas alheios. Mas eu fiquei impaciente com os os estagnados problemas alheios. Achava que eu não era um bom ouvido, mas sim, eu sou. Só não sou um bom ouvido quando a coisa está no repeat. Não pelos ouvidos sensíveis, mas principalmente pela boca inquieta. E as palavras nem sempre tão bem vindas ou surtem algum efeito, e nesses casos eu prefiro então, me afastar do problema.
Prefiro, mas não consigo, porque eu ainda não descobri um jeito de me livrar da culpa por renegá-los.
Engraçado que com algumas pessoas (pouquíssimas) eu ainda consigo manter uma relação de disponibilidade, paciência e solidariedade. E percebo, ao escrever isso, que essas pessoas são parecidas comigo: elas também se submetem aos seus próprios processos e dividem com outras pessoas muito raramente. E tem outro detalhe, que faz toda a diferença: é tudo recíproco. Eu falo, elas me ouvem. Elas falam, eu ouço. Eu ouço só. Elas só ouvem. E tudo flui de um jeito tão equilibrado que não há espaço para ofensas, nem julgamentos. Assim, caminhamos prá frente, dividindo não os problemas, mas os processos pelos quais estamos passando. A caminhada é mais solitária, mas funciona. O objetivo não é encontrar os culpados, ou as razões. O objetivo é encontrar caminhos que levem a uma possível solução.
Talvez na amizade, seja como nos relacionamentos amorosos: uma questão de química.
Tudo se encaminhando.
Menos a manutenção do meu peso.
Voltei a engordar e isso é uma bosta.
Percebi ainda a tempo de evitar a catastrofe de outrora askajldjadk, mas tarde, muito mais tarde do que eu gostaria. Para celebrar, comi um mc donalds depois de ter prometido uma saladinha). No dia seguinte, uma costela do gato preto, a noite, prá fechar com chave de ouro.
É impressionante como você pode fazer mal a si mesmo, tendo total consciência disso. Mas o prazer momentâneo de devorar aquelas batatinhas fritas (perfeitinhas ou moles), acompanhadas de um gordo bic mac (ou de uma gorda costela, arroz e maionese), conseguem ser maiores do que A VONTADE MAIOR SUPREMA DO UNIVERSO que é SER MAGRA.
Imcompreensível. Inaceitável. Totalmente possível e provável quando o assunto é: carboidratos em geral.
Eu preciso parar de fazer merda. Não quero ganhar os kilos que eu perdi, pois ainda tenho kilos velhos para me preocupar.
Blé.
(que fome)
Já falei aqui um par de vezes sobre o quanto eu mudei.
Já me queixei, já me gabei... hoje eu vim me queixar.
As vezes eu acho que me tornei uma pessoa melhor para os outros. Só para os outros.
Eu podia antes ser mais chata, mais braba, mas eu era também muito mais forte. Não enrolava prá tomar uma decisão, nem deixava problemas em standby. Claro que às vezes também fazia cagadas... e pensando bem, mais acertei do que errei, mesmo sem pensar taaaaaaaaaaanto. Então, concluo, eu era uma pessoa melhor prá mim mesma. ***sei que eu já escrevi exatamente isso um milhão de vezes mas foda-se, o blog é meu.
Mas claro, nem tudo gira em torno do meu umbigo e do status atual da minha personalidade (???). Existem também fatores externos influenciando a minha vida e na real acho que tudo isso só tá acontecendo, pelo menos nessa intensidade, porque estes estão predominando.
Mas, o que eu posso dizer? Não fui eu quem quis? Sim, fui eu quem quis. E quanto a isso eu sempre me gabei. Venho hoje, me queixar.
Blé.
Levei muito mais sorte do que eu podia supor.
Nunca na vida pensei em trabalhar com Hotelaria, mas é muito, mas muito legal mesmo.
Tudo o que eu leio e ouço é interessante e acho que eu poderia trabalhar em uns 5 setores diferentes aqui.
Tomara que eu consiga mostrar meu potencial, já que não depende simplesmente da minha vontade, mas também de muito jogo de cintura e principalmente, depende também do outro e da sua disponibilidade de receber e aceitar. Essa tem sido a minha maior dificuldade e acho que dessa vez preciso ser pelo menos um pouco mais agressiva (no bom sentido) e menos coadjuvante. Não quero ser a protagonista, mas quero ser ouvida, porque mesmo sem experiência muitas vezes eu tenho o que acrescentar.
Tá tudo dando certo, caminhando bem e eu tô feliz. Acordo mais cedo do que eu gostaria, mas acordo feliz, venho trabalhar feliz e muitíssimo melhor ainda quando tenho a melhor recompensa no fim do dia, que é ficar com o meu boddahzão ;~
eeeeeeeeeeeeeeeeeee
:D