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aqui ó
Relendo os arquivos, achei esse template. Gosto dele então reativei :D
"Eu vou chegar lá, pisando em ideais, mas eu vou. E quando eu chegar LÁ, aaaaaah quando eu chegar lá, aí eu vou contruir um mundo diferente. Um mundo só meu e das pessoas que verdadeiramente quero perto de mim.
Hoje você é quem manda, falou tá falado. Não tem discussão.
Mas amanhã vai ser outro dia.
E a gente vai tomando, que também sem a cachaça, ninguém segura esse rojão."
Isso tava escrito aqui em 4 de julho de 2006. Achei engraçado e ese encaixa bem no dia de hoje.
Dia daqueles, que eu fico imaginando a minha empresa, agora também com um palanque escorregador, igual no Google. :~
Tá faltando só a cachaça que ultimamente teima em não descer.
Eu não fui a aluna mais dedicada da faculdade, mas tenho certeza que, mesmo de um jeito meio torto, fui uma das que melhor aproveitou.
E sei lá, às vezes me pergunto: de que adiantou?
Você sai da faculdade cheia de conhecimento teórico, com um modelo IDEAL na cabeça. Chega no mercado de trabalho e ninguém quer saber do seu conhecimento, muito menos do que é ideal. E eu quase me rendo e acabo jogando no lixo tudo de bom que eu aprendi porque insistem em jogar na minha cara que eu não sei nada do mercado.
Pois olha, eu tô achando que quem não sabe nada de mercado são eles e que tá chegando a hora de virar a mesa.
Se fazendo tudo errado eles ganham dinheiro, imagine se fizessem certo? E não sou eu quem diz o que é certo. São os livros! Mas no Brasil, ninguém bota muita fé nos livros, e se pá, tá aí a razão tanto prá minha atual situação, quanto prá situação do país inteiro.
PS: Apenas lembrando que aqui, eu escrevo como eu falo e não tô nem aí se tá certinho ou não.
Oloco meu, ceis viram que a Maitê Proença apavorou o Faustão no domingo? Hahaha
Quem sabe faz ao vivo, e ela mandou ver. Mas também né, o cara faz um Arquivo Confidencial prá contar os podres da família dela. Sem noção. Virei fã dela, depois dessa.
O Juvenal Antena está passando de todos os limites. O personagem dele está vivendo histórias surreais demais, o telespectador se sente um imbecil! Ele e o UOLF Maia lajkajdakljsj HAHAHAAH
Quem tá mandando mal também é a Aline Morais. Não tá convencendo fia, muda a tática, o texto, as expressões, muda tudo! Quem viu ela cantando na banheira ontem? Engraçado ;/
Ontem a gente viu um documentário sobre o ônibus 174. No dia em que aconteceu, eu acompanhei tudo e tive um inédito ataque de pânico durante a noite, depois de sonhar.
Ontem entendi o porquê. Negócio foi teeeeenso, o cara tava muito louco, a polícia perdida, despreparada, a imprensa super perto, acompanhando tudo (ajudando e atrapalhando) e é claro, um político filho da puta fazendo merda (o governador comandava a operação pelo telefone, de outro lugar).
Muito bom o documentário. Você tem na verdade um filme da vida real, porque como a imprensa acompanhou de perto o dia todo, tem vááárias imagens, mescladas com depoimentos de pessoas ligadas de alguma forma ao caso, cenas da candelária, presídios, etc. Tudo aquilo que faz você perceber que bandido é uma merda, mas realmente, a coisa deve ser muito, mas muito foda prá ele. Tão foda que não somos nem capazes de nos imaginar naquela situação. Como estaríamos hoje se vivessemos as histórias de vida que eles viveram? Um adolescente de classe média alta já é um PORRE, imagine então um adolescente que já cheira cola desde criança, prá matar a fome? Clichê né, e mesmo assim clichê a gente esquece disso o tempo todo e deseja que todos eles morram e nos deixem em paz.
Dá uma sensação de impotência enorme no fim das contas, mas acho que simplesmente despertar essa consciência de que eles são sim, em sua esmagadora maioria, vítimas da sociedade, já vale a pena. E tem gente que quando lê uma coisa dessa tem siricotico, mas eles são sim, vítimas. Vítimas que nos fazem vítimas, mas são sim, vítimas.
Vítimas vítimas vítimas dsjaskahdskjahsh
Blé
....
Understand, everybody has their faults
Please understand not to worry who I'm with or what I do
Cause I understand that I'm in love with you
Do you understand that I'm in love with you?
....
I hope your mind ain't working overtime
I hope your memories are full of good times with me...
Joss Stone tem umas músicas fofinhas.
Tô lendo um livro que disse algo bacana, mais ou menos assim: pare de procurar os culpados ou as razões e AJA!
Eu tomei consciencia disso há algum tempo e foi então que surgiram os meus longos processos. Totalmente meus e divido muito raramente.
Eu achava que tinha ficado impaciente com os problemas alheios. Mas eu fiquei impaciente com os os estagnados problemas alheios. Achava que eu não era um bom ouvido, mas sim, eu sou. Só não sou um bom ouvido quando a coisa está no repeat. Não pelos ouvidos sensíveis, mas principalmente pela boca inquieta. E as palavras nem sempre tão bem vindas ou surtem algum efeito, e nesses casos eu prefiro então, me afastar do problema.
Prefiro, mas não consigo, porque eu ainda não descobri um jeito de me livrar da culpa por renegá-los.
Engraçado que com algumas pessoas (pouquíssimas) eu ainda consigo manter uma relação de disponibilidade, paciência e solidariedade. E percebo, ao escrever isso, que essas pessoas são parecidas comigo: elas também se submetem aos seus próprios processos e dividem com outras pessoas muito raramente. E tem outro detalhe, que faz toda a diferença: é tudo recíproco. Eu falo, elas me ouvem. Elas falam, eu ouço. Eu ouço só. Elas só ouvem. E tudo flui de um jeito tão equilibrado que não há espaço para ofensas, nem julgamentos. Assim, caminhamos prá frente, dividindo não os problemas, mas os processos pelos quais estamos passando. A caminhada é mais solitária, mas funciona. O objetivo não é encontrar os culpados, ou as razões. O objetivo é encontrar caminhos que levem a uma possível solução.
Talvez na amizade, seja como nos relacionamentos amorosos: uma questão de química.
Tudo se encaminhando.
Menos a manutenção do meu peso.
Voltei a engordar e isso é uma bosta.
Percebi ainda a tempo de evitar a catastrofe de outrora askajldjadk, mas tarde, muito mais tarde do que eu gostaria. Para celebrar, comi um mc donalds depois de ter prometido uma saladinha). No dia seguinte, uma costela do gato preto, a noite, prá fechar com chave de ouro.
É impressionante como você pode fazer mal a si mesmo, tendo total consciência disso. Mas o prazer momentâneo de devorar aquelas batatinhas fritas (perfeitinhas ou moles), acompanhadas de um gordo bic mac (ou de uma gorda costela, arroz e maionese), conseguem ser maiores do que A VONTADE MAIOR SUPREMA DO UNIVERSO que é SER MAGRA.
Imcompreensível. Inaceitável. Totalmente possível e provável quando o assunto é: carboidratos em geral.
Eu preciso parar de fazer merda. Não quero ganhar os kilos que eu perdi, pois ainda tenho kilos velhos para me preocupar.
Blé.
(que fome)
Já falei aqui um par de vezes sobre o quanto eu mudei.
Já me queixei, já me gabei... hoje eu vim me queixar.
As vezes eu acho que me tornei uma pessoa melhor para os outros. Só para os outros.
Eu podia antes ser mais chata, mais braba, mas eu era também muito mais forte. Não enrolava prá tomar uma decisão, nem deixava problemas em standby. Claro que às vezes também fazia cagadas... e pensando bem, mais acertei do que errei, mesmo sem pensar taaaaaaaaaaanto. Então, concluo, eu era uma pessoa melhor prá mim mesma. ***sei que eu já escrevi exatamente isso um milhão de vezes mas foda-se, o blog é meu.
Mas claro, nem tudo gira em torno do meu umbigo e do status atual da minha personalidade (???). Existem também fatores externos influenciando a minha vida e na real acho que tudo isso só tá acontecendo, pelo menos nessa intensidade, porque estes estão predominando.
Mas, o que eu posso dizer? Não fui eu quem quis? Sim, fui eu quem quis. E quanto a isso eu sempre me gabei. Venho hoje, me queixar.
Blé.
Levei muito mais sorte do que eu podia supor.
Nunca na vida pensei em trabalhar com Hotelaria, mas é muito, mas muito legal mesmo.
Tudo o que eu leio e ouço é interessante e acho que eu poderia trabalhar em uns 5 setores diferentes aqui.
Tomara que eu consiga mostrar meu potencial, já que não depende simplesmente da minha vontade, mas também de muito jogo de cintura e principalmente, depende também do outro e da sua disponibilidade de receber e aceitar. Essa tem sido a minha maior dificuldade e acho que dessa vez preciso ser pelo menos um pouco mais agressiva (no bom sentido) e menos coadjuvante. Não quero ser a protagonista, mas quero ser ouvida, porque mesmo sem experiência muitas vezes eu tenho o que acrescentar.
Tá tudo dando certo, caminhando bem e eu tô feliz. Acordo mais cedo do que eu gostaria, mas acordo feliz, venho trabalhar feliz e muitíssimo melhor ainda quando tenho a melhor recompensa no fim do dia, que é ficar com o meu boddahzão ;~
eeeeeeeeeeeeeeeeeee
:D
Tô me sentindo aquela "tia" que tava na loja da Claro esses dias.
- Olha aquela tiazona feliz usando allstar.
- Mas Gaba, ela deve ter uns 30 e poucos anos.
- (Gaba tentando consertar) Ahh, mas eu acho legal ela tiazona usando allstar.
Merda.
Parece que o mundo se uniu prá me fazer crescer.
Prá que eu me enquadre aos padrões da minha idade, que eu siga o exemplo das pessoas que também nasceram em 81.
Desculpaê, mas eu não quero ser esposinha/mãe/dona-de-casa agora. Não quero parar de sair, me divertir, falar merda.
Não quero deixar de usar allstar, tic-tac no cabelo.
Não ligo usar roupas executiva style nos dias de semana, em horário comercial, até porque com elas é muito mais fácil convencer as pessoas que eu sou capaz. Eu quero ter segurança financeira, reconhecimento profissional e LIBERDADE. Esta última não vem sem as outras, então eu coloco meu terninho bem feliz e vou TRABALHAR. Aí ganho meu dimdim e posso ir no cinema, posso sair, posso comprar mais tic-tacs, roupas bonitinhas, vestidos, sandálias, comida, yakult, água mineral, papel higiênico NEVE. Posso pagar minhas contas sozinha, dar folga pro meu pai, posso fazer várias coisas,enfim, posso ser LIVRE E INDEPENDENTE como eu sempre quis.
Porque eu tenho quase 27 anos, e vocês podem até achar ridículo, mas prá mim eu sou, e vuo continuar por muito tempo, uma guria.
E é essa guria que tem consquistado e vai conquistar muito mais. O que vale é o balanço entre o meu cérebro e meu coração. E enquanto alguns enxergam nessa relação um paradoxo, eu só consigo enxergar EQUILÍBRIO.
E não tô mais me sentindo uma tia velha, obrigada bloguinho.
É a segunda vez que meus planos empreendedores são interrompidos por uma proposta de trabalho.
Da primeira vez não me arrependi, e desta, tenho certeza absoluta que vai valer a pena.
Alguém acreditar no seu potencial, sem que você tenha de prová-lo em experiência, é, como eu já disse, um presente.
E a energia aqui é ótima. As pessoas parecem legais, solícitas, o café é uma delícia e tem até umas bolachinhas ;~
Tô feliz. Uma das primeiras providências é encarar que agora não sou mais operacional. E que não preciso deixar de ser quem eu sou, porque foi assim que eu sempre tive um ótimo relacionamento em todos os lugares onde eu trabalhei.
E só consigo pensar que tomei cada decisão na hora certa. Como se tivesse sido milimetricamente calculado. Será coincidência saber que fui aprovada no processo seletivo, justamente no dia em que acabava de cumprir meu aviso prévio? Nem um dia sequer de desemprego!
E apesar da loucura, vou sentir muita saudade de lá, das pessoas e apesar de sair com um gostinho amargo de não-reconhecimento, tenho muito mais a agradecer, por tudo o que eu aprendi, principalmente com a pessoa que, de início, sequer me cumprimentava.
Ontem foi um dia de merda, assim como todos os últimos. Mas esses dias é que são as exceções, há muito tempo, e depois que você consegue alterar essa hierarquia, acho que fica difícil inverter. Assim espero, e no que depender de mim, assim vai ser.
Trilha sonora da minha nova sala (bem baixinho): Hamilton de Holanda - Something - Beatles em Chorinho, dica do Linão, claro :D
Quando você sai e olha de cima, tudo fica mais claro.
Vir prá cá é mais ou menos assim. Eu fico longe das coisas que fazem parte da minha vida, fico perto de outras que eu costumo fugir e de algumas que me fazem muito bem. E o resultado disso é uma confusão mental fudida, que precisa de um tempo prá se organizar.
Poderia fazer uns 20 posts, sobre uns 20 assuntos diferentes. Mas não posso porque eu vou fundo demais aqui e é tudo tão intenso que chorar é quase como respirar, e não necessariamente de tristeza.
Sei que aqui, eu vejo que tenho uma lista enorme de pendências, cada qual com seu prazo de validade. Acho que vou colocá-las no papel, faz tempo que não faço uma lista. E listas são tão legais.
Dia ruim. Pretendia afogá-lo em um filme triste e um monte de porcarias engordativas. Mas decidi tomar um banho, lavar esse cabelo sujo, colocar uma roupa e encontrar minhas amigas. Sabe aquelas amigas que você fica meses, anos sem ver, mas quando vê, leva menos que 5 minutos prá tudo ser como era antes? Melhor que um filme melancolico né? Muito melhor.
Aprendi a andar de mãos dadas com o tempo e a lidar melhor com o que não depende de mim.
Mas eu gostaria muito de poder controlar certas coisas. E quando falo coisas, falo também de pessoas. Só que não dá. Cada um é responsável por suas escolhas e atitudes e não cabe a mim moldar o outro de acordo com o que eu considero ideal. Entretanto, contudo, todavia, a partir do momento que isso influi na minha vida, eu tenho sim o direito de me manifestar, e já que não tenho o poder de mudar a realidade alheia, permito-me mudar a minha. Ser egoísta às vezes é preciso, por mais cruel que possa parecer, por mais dolorido. Só sei que é uma merda.
Enquanto eu posso pensar no mal que a distância pode causar, prefiro pensar no bem que a presença vai me fazer.
Afinal, há uma grande diferença entre a saudade que se pode matar, e a outra. Para lidar com esta, é preciso anular sentimentos, transformá-los e a dor é inevitável. Já com aquela, é opcional: anular ou acumular os sentimentos. E é aí que tá a diferença entre sofrer e curtir mais ainda.
Engraçado reler os arquivos do blog.
Mais engraçado é reler aqueles posts que ninguem devia entender, mostrar agora para o protagonista e falar: ó, aí eu tava falando de vc! laskdjals
Tô namorando o protagonista dos últimos choramingos virtuais. E se naquela epoca ele ja me arrancou uns choramingos, agora então, se ele me zoar, aí eu vou ter um milhao de tipos de siricoticos diferentes haahaha. Pq o que eu sinto hoje nao tem a menor comparação. Mas os sentimentos de antes, e os de agora, são na verdade, farinha do mesmo saco, só que hoje eles fluem livres dentro do meu estômago, e não mais como uma mola encolhida ;~
Sei lá...
Já senti vontade de escrever sobre isso tantas vezes.
E já falei sobre ele tantas vezes também, do jeito mais metafórico e incompreensivel possível, porque antes ele não podia saber, não de tudo. E foi tanto tempo segurando, por diversas razões, essa coisa que agora tá assim, como dizer... bombando? não, muito paia essa expressão... essa coisa que tá tão ai, sei lá, tão! hahaha
Tantas vezes olhando e morrendo de vontade de dar uma fungada no cangote, um beijo, um abraço... e hoje, mesmo sabendo que hoje eu posso, ainda olho prá ele e quase não acredito que tá ali, ao meu alcance, e que é tudo tão bom ;~
Uma história que talvez tivesse tudo prá dar errado, mas que simplesmente não tinha como não ser vivida e que a cada dia que passa eu vejo que valeu a pena quebrar a muralha e deixar ele tomar conta do meu coração. E ainda por cima ver que ele também entregou o dele prá mim.... aaaaaaaaaaaaaaa só sei dizer que TÁ FODA, e que eles lá mandaram muito bem em dar as mãos e transformar isso em algo muito maior do que eu podia sequer imaginar. Será que foi o que eu escrevi aquela vez? Sei que ambos estão de parabéns alkdjsalkdjldjl e que seja assim prá sempre ;~
É impressionante como isso ainda me machuca, tanto.
E é isso que me afasta.
Me afasta porque foi a maneira que eu encontrei de me preservar.
E pode ser uma visão egoísta, mas infelizmente, alguém tinha que pensar em mim.
Alguém tinha que tentar me entender, alguém tinha que me aceitar.
E as coisas estão melhorando, acredito eu. Já não tô mais tão sozinha nessa, principalmente porque eu simplifiquei muito as coisas. Eu me simplifiquei. E foi a melhor coisa que eu fiz na vida...e também a mais difícil.
Mas eu sou um ser humano e bla bla bla, e como todo mundo, tenho as minhas complexidades. Para endendê-las, um mínimo de boa vontade, mente, coração e ouvidos abertos.
Aquelas conversas longas sabe? De preferência, depois de uns goles de vinho. Conversas sem compromisso, que vão longe... conversas que eu tenho com pouquíssimas pessoas. Com pouquíssimos dos meus amigos e que até hoje, não tive com ninguém da minha família. Engraçado isso, nunca tive uma conversa dessa com ninguém da minha família. Acho que porque a minha família tem aquele formato tradicional. Todo mundo sabe que eu fumo e eu até hoje não fumo na frente deles. Aquela coisa né, mais respeito, mais medo, e menos amizade. E apenas 1/3 de você presente no almoço de domingo.
ERRATA: De tão amigas, esqueci que ela é da minha família. Já tive várias longas conversas com a Marina, minha prima. E não preciso esconder absolutamente nada dela. aliás, ela me conhece como poucas pessoas.
Pedi as contas. Aos olhos mais conservadores, uma atitude impulsiva, de alguém perdido em sua vida profissional. Aos meus olhos, uma atitude muito bem pensada, mas drástica, de alguém perdido em sua vida profissional, mas que ao invés de continuar com a bunda na cadeira, resolveu virar a mesa e ir em busca do que gosta.
E sem essa de ônus e bônus, porque eu tô bem ligada, mas sei também que trabalho é algo que vai ocupar muito, mas muito tempo da minha vida, e ela é valiosa demais prá ser disperdiçada com algo que não me dá tesão. E profissionalmente, eu sou uma pessoa bem tesuda. Bem menos anarquista que o estilo Roberto Freire, mas bem mais do que a maioria das pessoas. Eu gosto de trabalhar, eu só não curto acordar cedo, confesso. Mas trabalhar, quando se fala em produzir e ver resultados,eu curto. Mas eu gosto de raciocinio, de planejamento, de dialogo, de analise. Enfim, eu gosto de algo que me instigue, que me cutuque, e não de só alimentar planilhas com dados e outras tarefas operacionais que não exigem muita inteligência. Aliás, eu gosto cada vez menos de trabalhar no computador... ele te hiptoniza e deixa você tão preguiçoso que mesmo passando o dia todo sentado, voce só quer continuar sentado, de preferência deitado.
E agora, as proximas etapas, ainda em definição. Uma delas, um caminho mais seguro e certeiro. O outro, muito incerto e ainda não sei se vale a pena. A idéia é perder 3 meses, e buscar a certeza para toda a vida. Acredito que não vou ter o apoio que eu gostaria tanto de ter... mas quanto a isso, já meio que me acostumei.
Cheguei em casa e comecei uma faxina. O apartamento tá um chiqueiro e tá foda. Nem me atrevo a prometer melhorar, porque ja fiz isso muito e não adiantou nada. O fato é que eu protelo protelo e ponho a culpa nos outros, e a culpa é toda minha e da minha falta de paciencia de fazer um pouquinho por dia. Quando eu vejo, é o caos e lá se vão horas prá arrumar tudo. E fica tão lindo ;~
No mais tá tudo certo. Ansiosa por algumas definições e, né, caída, boba e tudo mais ;~